Neuroinpixel
Base Científica

Não é achismo. É ciência.

O Neuroinpixel é fundamentado em pesquisas publicadas em journals de alto impacto — Nature, JMIR, IEEE, JAMA. Cada biomarcador tem base científica validada.

56 Biomarcadores Digitais

Organizados em 8 categorias, cada biomarcador captura uma dimensão diferente da interação humano-computador.

Dinâmica de Digitação

8 biomarcadores

  • Dwell time
  • Flight time
  • Digraph latency
  • Taxa de erros
  • Burst-pause ratio

Mouse / Trackpad

9 biomarcadores

  • Desvio de trajetória
  • Overshoot
  • Micromovimentos
  • Jerk
  • Padrão de scroll

Padrões de Toque

6 biomarcadores

  • Área de contato
  • Força de toque
  • Swipe kinematics
  • Multi-touch
  • Tapping rhythm

Atenção e Navegação

8 biomarcadores

  • On-task duration
  • Tab-switching
  • Scroll depth
  • Reaction time
  • IIV

Eye Tracking

6 biomarcadores

  • Fixação
  • Sacada
  • Scanpath
  • Pupilometria
  • Blink rate

Linguagem e Texto

6 biomarcadores

  • Complexidade sintática
  • TTR
  • Coerência semântica
  • Tempo de composição

Padrões Temporais

7 biomarcadores

  • Session duration
  • Idle time
  • Task completion
  • Padrão circadiano

Habilidades / Forças

6 biomarcadores

  • Pattern recognition
  • Hiperfoco
  • Detail orientation
  • Pensamento divergente

19 Condições Mapeáveis

A análise combinada de múltiplos biomarcadores permite identificar tendências associadas a estas condições — incluindo pontos fortes, não apenas déficits.

Neurodesenvolvimento

  • TDAH
  • TEA
  • Dislexia
  • Discalculia
  • Dispraxia/TDC
  • Disgrafia

Saúde Mental

  • Depressão
  • Ansiedade
  • TOC
  • Bipolaridade
  • Burnout

Neurodegenerativas

  • Parkinson precoce
  • Declínio cognitivo leve
  • Alzheimer inicial

Superpoderes

  • Hiperfoco
  • Pensamento divergente
  • Reconhecimento de padrões
  • Sistematização

Esses biomarcadores identificam tendências comportamentais e fenótipos digitais — não constituem diagnóstico clínico. A força está na análise longitudinal e combinada de múltiplos sinais.

Referências Científicas

Publicações peer-reviewed que fundamentam a abordagem de fenotipagem digital e biomarcadores comportamentais.

Harnessing Smartphone-Based Digital Phenotyping to Enhance Behavioral and Mental Health

Onnela, J.-P. & Rauch, S. L. Neuropsychopharmacology (2016)

Artigo seminal que cunhou o termo 'fenotipagem digital' — a quantificação contínua de fenótipos humanos usando dados de sensores de dispositivos pessoais.

New Tools for New Research in Psychiatry: A Scalable and Customizable Platform to Empower Data Driven Smartphone Research

Torous, J. et al. JMIR Mental Health (2016)

Framework para coleta passiva de dados comportamentais em smartphones, demonstrando viabilidade de monitoramento contínuo sem interrupção do usuário.

Digital Phenotyping: Technology for a New Science of Behavior

Insel, T. R. JAMA (2017)

Ex-diretor do NIMH argumenta que biomarcadores digitais podem revolucionar o diagnóstico em saúde mental, complementando métodos tradicionais.

Computer keyboard interaction as an indicator of early Parkinson's disease

Giancardo, L. et al. Scientific Reports (Nature) (2016)

Demonstrou que padrões de digitação (dwell time, flight time) podem detectar sinais precoces de Parkinson com alta acurácia — validando keystroke dynamics como biomarcador.

Predicting Mood Disturbance Severity with Mobile Phone Keystroke Metadata

Zulueta, J. et al. Journal of Biomedical Informatics (2018)

Correlação entre metadados de digitação (velocidade, erros, padrões temporais) e estados de humor em pacientes com transtorno bipolar.

Detection of Motor Impairment in Parkinson's Disease Via Mobile Touchscreen Typing

Arroyo-Gallego, T. et al. IEEE Transactions on Biomedical Engineering (2017)

Validação de métricas de toque (hold time, flight time, touch area) como indicadores de comprometimento motor — base para biomarcadores touchscreen.

Digital Biomarkers of Mood Disorders and Symptom Change

Jacobson, N. C. et al. npj Digital Medicine (Nature) (2019)

Meta-análise de 127 estudos sobre biomarcadores digitais para transtornos de humor, confirmando que padrões de uso de dispositivos podem prever episódios clínicos.

Digital biomarkers of cognitive function

Dagum, P. npj Digital Medicine (Nature) (2018)

Demonstrou que interações com smartphone (digitação, scroll, navegação) podem estimar funções cognitivas com precisão comparável a testes neuropsicológicos padronizados.

Digital Phenotyping in Autism Spectrum Disorder

Keshav, N. U. et al. Current Psychiatry Reports (2020)

Revisão sistemática de abordagens de fenotipagem digital para TEA, incluindo padrões de atenção visual, interação social e comportamentos repetitivos.

Actigraph measures discriminate pediatric bipolar disorder from ADHD

Faedda, G. L. et al. Journal of Affective Disorders (2016)

Demonstrou que padrões de atividade motora medidos por dispositivos podem diferenciar TDAH de transtorno bipolar — relevante para biomarcadores de movimento.

A Smart-Home System to Unobtrusively and Continuously Assess Loneliness in Older Adults

Austin, D. et al. IEEE Journal of Translational Engineering in Health and Medicine (2016)

Monitoramento passivo de padrões comportamentais (uso de computador, atividade doméstica) para detectar mudanças de saúde mental — paradigma similar ao Neuroinpixel.

The diversity and inclusion revolution: Eight powerful truths

Deloitte Deloitte Review (2018)

Empresas com culturas inclusivas têm 2x mais chances de atingir metas financeiras, 6x mais chances de ser inovadoras e 8x mais chances de alcançar melhores resultados de negócio.

Ciência aplicada ao mundo real

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